Procuradores do Conselho Superior do Ministério Público cobram ação do PGR contra Bolsonaro
Os ataques disparados por Bolsonaro, para os procuradores, "pode configurar abuso de poder de autoridade".
Os ataques disparados por Bolsonaro, para os procuradores, "pode configurar abuso de poder de autoridade".
Juízo da 5ª Vara Federal ressaltou que a sociedade caminha para inclusão de pessoas com deficiência na educação e no trabalho.
Foi recomendado que o Ministério da Economia aprimore regras e condições operacionais a fim de garantir a órgãos e entidades federais competentes o monitoramento e a fiscalização da regularidade e eficiência no uso dos recursos de natureza federal.
Diversos usuários das redes sociais já foram bloqueados pelo presidente da República e o tema está em debate no STF.
Além de apresentar provas do ato e improbidade administrativa, a Procuradoria da República em Petrópolis/RJ expediu ofício à PGR para apurar eventual prática de crime.
No agravo regimental, a subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, destacou que o ministro Gilmar Mendes assinalou que a suspeição declarada "não é aqui estendida a outros processos ou réus da denominada Operação Lava Jato".
Prazo de cinco dias para que as autoridades respondam aos questionamentos.
Ministério Público requer ressarcimento integral do prejuízo, pagamento de multa de até duas vezes o valor do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos e proibição de contratar com o Poder Público.
Antônio Ademir Barroso Martins e Francisco Dário Martins Neto vão pagar multa no valor de 10 mil Ufirs e 5 Ufirs, que equivalem a cerca de R$ 47 mil e R$ 23 mil, respectivamente.
Para os idealizadores, o painel é um importante aliado na defesa de eleições limpas, no combate à lavagem de dinheiro e à corrupção eleitoral, bem como na prevenção e no combate ao financiamento partidário ilegal.