Sergio Moro defende mudanças no Supremo Tribunal Federal
Senador aponta sistema de “recall” popular da Suprema Corte japonesa como exemplo de controle democrático.
Senador aponta sistema de “recall” popular da Suprema Corte japonesa como exemplo de controle democrático.
A manifestação de Moro ocorreu em Plenário cinco dias após Lula visitar Cristina Kirchner, condenada pela Justiça argentina por corrupção
Mauro Vieira disse aos senadores que “não cabe discussão do mérito” do asilo diante da “urgência humanitária”
Defesa de Youssef pediu instauração de procedimento para apurar a suposta atuação do hoje senador Sérgio Moro (União Brasil-PR).
Ministro Gilmar Mendes estende ao ex-ministro efeitos do entendimento da Segunda Turma que reconheceu a parcialidade de Sérgio Moro.
Por unanimidade, o colegiado seguiu voto proferido pela relatora, ministra Cármen Lúcia. Para a ministra, há indícios de fato delituoso para justificar abertura de uma ação penal contra o senador.
"Em julgamento unânime, técnico e independente, o TSE rejeitou as acusações falsas e mentirosas que foram feitas buscando a cassação do meu mandato. Vou me focar no Senado Federal. Quero registrar o meu apreço e o meu orgulho de integrar o Senado. Sempre tive apoio dos meus pares, dos vários partidos, e da liderança do Senado", disse o Senador
Para ministros, não há prova de uso irregular de recurso partidário
Ele afirmou ter a "consciência tranquila" em relação a sua campanha eleitoral e disse que as acusações eram fruto de "oportunismo misturado com retaliação".
Desembargador do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná vota pela cassação de Sérgio Moro em 4ª sessão de julgamento. O placar agora está em 3 a 2 a favor do senador.