Consolidação da Legislação Eleitoral será votada quinta-feira (02) na Câmara Federal
A proposta consolida toda a legislação eleitoral, hoje tratada em diversas leis e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em um único Código Eleitoral.
A proposta consolida toda a legislação eleitoral, hoje tratada em diversas leis e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em um único Código Eleitoral.
Com a tramitação desde junho, e com pedidos de vista do ministro Barroso e destaque do ministro Dias Toffoli, a proposta de autonomia do BC deve ir para a sessão presencial na tarde desta quarta-feira (25).
Em 2019, Aras foi indicado para a PGR pelo presidente Jair Bolsonaro, que preferiu, não escolher um nome da lista tríplice elaborada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR).
Um pequeno esforço do vice-presidente Hamilton Mourão, bem menor que o executado pelo ex-presidente Michel Temer, quando era vice de Dilma Rousseff, poderá deixar Bolsonaro mais fragilizado ainda e sem os votos necessários para impedir o impeachment.
Para ser aprovada, uma PEC precisa do voto favorável de 308 deputados em dois turnos de votação, além de passar pelo Senado, também em dois turnos.
A comissão reúne-se no plenário 14 inicialmente às 18 horas. A segunda reunião está marcada para as 22h30 no mesmo local.
A norma foi sancionada em 1983 pelo então presidente da República, João Figueiredo — o último do ciclo militar iniciado com o Golpe de 1964.
A Comissão Especial do Voto Impresso (PEC 135/19) se reúne na próxima quinta-feira (05) para votar o parecer do relator, deputado Filipe Barros (PSL-PR).
O ministro Napoleão Nunes Maia Filho se aposentou por idade em dezembro de 2020, após 13 anos atuando no STJ.
Um dos dispositivos incluídos foi o aumento do Fundo Eleitoral para o ano que vem, de cerca de R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões.