STF volta a julgar marco temporal de terras indígenas
STF volta a discutir marco temporal em meio a disputas judiciais, ações de partidos e impasse na conciliação com entidades indígenas.
STF volta a discutir marco temporal em meio a disputas judiciais, ações de partidos e impasse na conciliação com entidades indígenas.
Três terras indígenas no Ceará têm posse permanente reconhecida e abrigam mais de 3.500 indígenas.
Forças armadas desmobilizam garimpo ilegal em terra yanomami.
Foto: Gov.Ce. O Ministério Público Federal (MPF) quer [+]
relatório aponta alta violência no campo em 2024, apesar de queda no número de conflitos.
Ministra Marina Silva defende ativista Txai Suruí, detida em manifestação na COP16, e critica ação desproporcional da segurança.
A medida visa evitar o surgimento de decisões judiciais conflitantes que possam causar graves prejuízos às partes envolvidas.
Edson Fachin acionou ainda a Comissão Nacional de Soluções Fundiárias do Conselho Nacional de Justiça para que inicie tratativas para a construção de consenso sobre a questão.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) irá protocolar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir a anulação da lei que institui o Marco Temporal. O texto, que trata do reconhecimento, da demarcação, do uso e da gestão de terras indígenas, foi sancionada com vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 20 de outubro deste ano. Os vetos feitos por Lula, no entanto, foram derrubados pelo Senado.
A decisão do ministro deve ser aplicada nas sete terras indígenas em estado mais crítico no país, os quais são dos povos Yanomami, Karipuna, Uru-Eu-Wau-Wau, Kayapó, Araribóia, Mundurucu e Trincheira Bacajá.