Indisponibilidade de bens de Camilo Santana para pagar desvios de recursos públicos no caso do “Escândalo dos banheiros”
Em 2011, quando era secretário das Cidades, no Governo Cid [+]
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Há, ao todo no país, um estoque de 28.379 processos que precisam ser julgados até outubro. A data-limite consiste no prazo em que expira a prescrição intercorrente de quatro anos, estabelecida na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Agravo em Recurso Extraordinário (ARE) 843.989.
1ª Promotoria de Justiça requer, como reparação de dano, a devolução ao erário de R$ 1.090.958,03 dos denunciados.
A Assembleia foi comunicada da decisão, que, no momento, tem o trâmite burocrático para que o Ministério Público Eleitoral, requeira o cumprimento da sentença.
As condutas dos responsáveis (Augusta era a prefeita) não se ajustam ao modelo objetivo de conduta diligente e proba, te3ndo restado comprovado que o dano ao erário resultou diretamente de graves omissões na condução do convênio). A decisão, já transitada em julgado, é de 23 de agosto de 2022, quando os candidatos, naquele ano, inclusive Augusta Brito, primeira suplente de Camilo Santana, já estavam com os seus pedidos ded registro de candidaturas oficializadas.
Para o MPF, presidente, enquanto deputado federal, e servidora comissionada de seu gabinete, tiveram enriquecimento ilícito e causaram prejuízo ao erário.
O partido Solidariedade sustenta que, ao permitir convenções partidárias presididas por pessoas com direitos políticos suspensos, o TSE promoveu uma “viragem jurisprudencial”.
O evento está marcado para as 17h, na sede da Corte Eleitoral, em Brasília, e contará com a participação do presidente o TSE, ministro Luís Roberto Barroso, do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, e de representantes do CNJ.
O ex-prefeito Marcos Alberto Martins Torres terá que devolver aos cofres a importância de R$ 57.226,99 e pagar uma multa do mesmo valor de R$ 57.226,99, além de não poder participar de disputas políticas por cinco anos.
O MPCE ingressou com a ação após constatar irregularidades cometidas pela administração municipal na aquisição de uma ambulância em 2016, na gestão da então prefeita Kelly Noronha.