Governador Elmano blefou, no caso das bíblias nas escolas públicas, e levou um “pito” do seu correligionário petista Mário Mamede
Caso o governador não reflita sobre minhas observações, devo preveni-lo que sua promessa religiosa estará em frontal descumprimento com a legislação em vigor e que estará fazendo uso indevido de dinheiro público com a finalidade de agradar um segmento religioso, objetivando simpatia político-eleitoreira. Isso, além de ilegal, é imoral. Muitos colocam a adjetivação de proselitismo. Outros de oportunismo.