Brasil quer ampliar, diversificar e qualificar investimentos com a Rússia
Alckmin destaca potencial da parceria Brasil–Rússia e aponta cooperação em indústria, agronegócio e outros.
Alckmin destaca potencial da parceria Brasil–Rússia e aponta cooperação em indústria, agronegócio e outros.
Presidentes discutiram situação de Caracas após sequestro de Maduro.
25 mil brasileiros integraram a Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália.
Rússia anuncia vacina contra o câncer com distribuição gratuita prevista para 2025.
No último fim de semana, Lula esteve no Japão para participar da Cúpula do G7, grupo formado por sete dos países mais industrializados do mundo (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido).
A ex-presidenta Dilma Rousseff vai comando o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), nome oficial do Banco do Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O banco atualmente investe US$ 4 bilhões no Brasil, principalmente em rodovias e portos.
Desde o início do governo, Lula adotou a posição de condenação à guerra e defende a criação de um grupo, formado por países não envolvidos no confronto, para mediar uma saída pacífica para o conflito.
Mauro Vieira acrescentou que a paz não será instantânea, será um processo e não será apenas um país que poderá fazer isso.
Guedes declarou durante reuniões nos Estados Unidos que o Brasil é a favor da construção de “pontes de diálogo” com a Rússia para negociar o fim do conflito. A declaração está em linha com a afirmação do chanceler Carlos França, que na última segunda-feira (18) defendeu a permanência da Rússia no G20, grupo das 20 maiores economias do planeta.
O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, são os porta-vozes desse desejo.