FMI e Banco Mundial financiam países ricos, critica Lula no Brics
Em reunião do Brics, o presidente pediu mais poder para o Sul Global no FM.
Em reunião do Brics, o presidente pediu mais poder para o Sul Global no FM.
Dados também mostram que os 11 países-membros do agrupamento se consolidam como mais relevantes na economia mundial do que os do chamado G7.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou na terça-feira (4) o avanço do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) do primeiro primeiro trimestre de 2024. O crescimento foi de 0,8% na comparação com o desempenho da economia no último trimestre do ano passado, após dois trimestres consecutivos de estabilidade.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad participa nesta semana da reunião de primavera do FMI. Ele buscará promover o Plano de Transformação Ecológica do Brasil.
O primeiro debate, sobre o modelo brasileiro vigente, ocorrerá na quarta-feira (14) e contará com as presenças do ex-ministro da Fazenda Mailson da Nóbrega e do consultor do Banco Mundial Eduardo Fleury.
Apesar das condicionantes apresentadas no relatório, a IFI conclui que o pacote serve para balizar as expectativas em relação aos rumos fiscais do governo.
Haddad disse ainda que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) também manifestou intenção de contribuir no debate.
Diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) e ex-presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn teve o nome indicado para a presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A indicação foi oficializada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que é governador titular da instituição financeira.
Guedes declarou durante reuniões nos Estados Unidos que o Brasil é a favor da construção de “pontes de diálogo” com a Rússia para negociar o fim do conflito. A declaração está em linha com a afirmação do chanceler Carlos França, que na última segunda-feira (18) defendeu a permanência da Rússia no G20, grupo das 20 maiores economias do planeta.