Arquivos Economia - Blog Edison Silva

Tesouro Nacional paga R$ 13,265 bilhões de dívidas dos Estados em 2020; Ceará é adimplente

O Tesouro Nacional pagou, em 2020, R$ 13,265 bilhões em dívidas atrasadas de estados. O valor é 58,9% a mais que o registrado em 2019, quando a União havia desembolsado R$ 8,35 bilhões. Desse total, a maior parte, R$ 8,251 bilhões, é relativa a atrasos de pagamento do estado do Rio de Janeiro. Em segundo lugar, vem Minas Gerais, com R$ 3,176 bilhões cobertos pela União.

Balança comercial brasileira termina 2020 com superávit maior que o registrado em 2019

A queda das importações em ritmo maior que o recuo das exportações fez a balança comercial encerrar 2020 com superávit maior do que em 2019. No ano passado, o Brasil exportou US$ 50,235 bilhões a mais do que importou, alta de 4,6% em relação ao superávit observado em 2019. Pelo critério da média diária, que divide o saldo total pelo número de dias úteis, o crescimento somou 7,1%.

Salário mínimo de R$ 1.100 passa a vigorar no Brasil

A partir desta sexta-feira (1), o salário mínimo passa a valer R$ 1.100, conforme a Medida Provisória nº Nº 1.021, publicada no Diário Oficial da União, na última quarta-feira (30). Em 2020, o salário mínimo estava em R$ 1.045. O reajuste em relação a 2020 ficou em 5,26%. Foi levado em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de janeiro a novembro e a variação estimada do mercado financeiro para o índice em dezembro de 2020.

Governo Federal sanciona reposição das perdas dos estados e municípios com a Lei Kandir

Jair Bolsonaro sancionou a Lei Complementar nº 176/2020, que institui as transferências obrigatórias da União para os estados, municípios e Distrito Federal visando compensar as perdas de arrecadação dos entes em virtude da Lei Kandir, de 1996. O novo acordo passou pelo aval do Congresso Nacional e prevê o pagamento de R$ 62 bilhões da União para os entes federados. Já está previsto o ressarcimento de R$ 58 bilhões entre 2020 e 2037.

Governo brasileiro registra saldo negativo de R$ 18,241 bilhões em novembro

O Governo Central, que engloba Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, registrou déficit primário de R$ 18,241 bilhões, em novembro, informou a Secretaria do Tesouro Nacional nesta terça-feira (29). O resultado apresentou crescimento real (descontada a inflação) de 5,5%, em relação a novembro de 2019. É o maior saldo negativo para o mês desde novembro de 2016, quando ficou em R$ 44,324 bilhões.

Economia cearense cresce 16,70% no terceiro trimestre de 2020 com destaque para o setor industrial

O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará fechou com uma expressiva alta de 16,70% no terceiro trimestre de 2020 em relação ao segundo trimestre deste ano, quando o índice ficou em -13,452%. O resultado representa mais que o dobro do índice nacional do período, que foi de 7,7%, contra os -9,6% no segundo trimestre de 2020, segundo dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), nesta quinta-feira (17).  A previsão inicial é de crescimento 4%, que, inclusive, está acima do projetado para a economia nacional – de 3,50%, em 2021.

Fortaleza ultrapassa Salvador/BA e torna-se a cidade mais rica do Nordeste, segundo IBGE

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira (16), Fortaleza ultrapassa Salvador como a cidade com maior Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste. É o que diz o levantamento relativo a 2018, ano em que a capital cearense superou pela primeira vez a capital baiana desde 2002, início da série histórica da pesquisa do IBGE.

Governo Federal pretende lucrar R$ 367 bilhões com vendas de estatais

O Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), do Ministério da Economia, apresentou nesta quarta-feira (2), uma carteira com 115 ativos para leilões e projetos de concessão à iniciativa privada em 2021, com expectativa de gerar R$ 367 bilhões em investimentos. O anúncio foi feito após a 14ª reunião do conselho, pela manhã, que foi presidida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e teve a participação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).