Dilma será indenizada por tortura física e psicológica na ditadura
Relator reconhece perseguição política e defende indenização a Dilma Rousseff.
Relator reconhece perseguição política e defende indenização a Dilma Rousseff.
A presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, voltou a defender, nesta quarta-feira (9), o uso de moedas locais em financiamentos realizados nos países do Brics, como uma forma mais vantajosa de promover o desenvolvimento sustentável desses países.
Com Putin, Dilma defende expansão do Brics e uso de moedas locais. Presidente russo e presidenta do Banco do Brics reuniram-se em Kazan
O vice-presidente da República Geraldo Alckmin e a presidente do Banco do Brics Dilma Rousseff, formalizaram, na terça-feira (4), a destinação de US$ 1,115 bilhão (R$ 5,75 bilhões) para apoiar a reconstrução do Rio Grande do Sul. A formalização ocorreu durante viagem oficial de Alckmin à China. O apoio já havia sido anunciado em maio.
O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), também conhecido como Banco do Brics, vai destinar US$ 1,115 bilhão, cerca de R$ 5,750 bilhões, para o Rio Grande do Sul. O anúncio foi feito nessa terça-feira (14) pela presidente do NDB, Dilma Rousseff, nas redes sociais.
Dilma Rousseff foi escolhida por sua significativa contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país ao longo de sua carreira. A decisão foi tomada durante a 729ª Plenária Ordinária do Cofecon, realizada no último sábado (9).
Lula exaltou o papel do banco como um instrumento de combate à desigualdade. Para ele, o NDB deve atender os mais afetados por questões climáticas e econômicas, ajudando-os em uma recuperação.
A ex-presidenta Dilma Rousseff vai comando o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), nome oficial do Banco do Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O banco atualmente investe US$ 4 bilhões no Brasil, principalmente em rodovias e portos.
A Comissão Mista de Orçamento aprovou com ressalvas as contas presidenciais da presidente Dilma Rousseff de 2014 e 2015.
Em um relatório de 314 páginas, Contarato rebate vários pontos do tribunal, afirmando que algumas irregularidades apontadas decorrem de interpretações de dispositivos legais.