Ministro Braga Netto diz que as Forças Armadas repudiaram com a nota declarações do senador Omar Aziz
Em audiência na Câmara dos Deputados, Braga Netto disse que a emissão da resposta não foi uma "decisão precipitada".
Em audiência na Câmara dos Deputados, Braga Netto disse que a emissão da resposta não foi uma "decisão precipitada".
O deputado Célio Studart (PV) destacou as milhares de mortes por Covid, milhões de desempregados e pessoas abaixo da linha de pobreza que não aparecem como prioridade para o presidente da República. "O voto impresso é a preocupação número um do presidente e alguns brasileiros. Vivi para ver isso", afirmou ele em suas redes sociais.
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse ter excessos nas falas de alguns parlamentares.
Representantes dos partidos afirmaram que Bolsonaro faz uso político do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para pressionar o Legislativo.
A PEC determina que, para exercer esses cargos civis, o integrante das Forças Armadas, da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros deverá afastar-se da atividade, se contar menos de dez anos de serviço.
Rodrigo Pacheco: "Nós não admitiremos especulações em relação à frustração das eleições de 2022. É algo que o Congresso repudia, evidentemente. Isso não decorre da vontade do presidente do Senado, ou da Câmara, da República, ou do Tribunal Superior Eleitoral. Isso advém da Constituição, à qual devemos obediência."
Nota do grupo Prerrogativas, que agrega juristas, advogados, professores, pareceristas e ex-membros do Ministério Público, acusa o ministro da Defesa de Bolsonaro, Braga Netto, e os comandantes das Forças Armadas de intimidarem o Senado.
Decisão da 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) que aceitou o recurso de apelação da Defensoria Pública da União (DPU).
Pelo decreto, a atuação dos militares ocorrerá exclusivamente em áreas de propriedade ou posse da União, como terras indígenas, áreas federais de preservação, imóveis da União, entre outros.
A renovação da atuação dos militares na Amazônia já havia sido anunciada pelo vice-presidente Hamilton Mourão no início do mês. De acordo com Mourão, que preside o Conselho Nacional da Amazônia, o custo da operação será de R$ 50 milhões.