Aliado de Bolsonaro na CPI considera constrangedor é o “desfile da corrupção”
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse ter excessos nas falas de alguns parlamentares.
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse ter excessos nas falas de alguns parlamentares.
O objetivo é prevenir crimes de lavagem ou ocultação de bens e valores, além da utilização dos sistemas econômicos para a prática de atos ilícitos.
Geddel foi condenado pela 2ª Turma do STF pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, sendo aplicadas as penas de 14 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, e multa de R$ 1,6 milhão.
Eduardo Girão (Podemos-CE) disse que os mecanismos de compliance do Governo Bolsonaro funcionaram e nenhum recurso público foi desperdiçado.
Pesquisas publicadas nos últimos dias, em especial a do último domingo (11), destacaram que 70% da população brasileira afirma existir corrupção no Governo Bolsonaro.
A atual CPI, ora em curso no Senado, com o objetivo de apurar ações e omissões do Governo Central quanto ao enfrentamento da pandemia, ainda amedrontando a população brasileira, deparou-se com indícios de corrupção na compra de vacinas.
Nota do grupo Prerrogativas, que agrega juristas, advogados, professores, pareceristas e ex-membros do Ministério Público, acusa o ministro da Defesa de Bolsonaro, Braga Netto, e os comandantes das Forças Armadas de intimidarem o Senado.
O nome dele teria sido citado pelo presidente Jair Bolsonaro em um suposto esquema de corrupção para a compra da vacina Covaxin.
De acordo com os seus organizadores, o dia 3 de julho foi adicionado ao calendário após suspeitas de irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin pelo governo federal, levantadas na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.
Na sexta-feira (02) está marcada a oitiva de Luiz Paulo Dominguetti. Foi ele que falou ao jornal Folha de S.Paulo sobre a suposta cobrança de propina para a compra de vacinas por parte do governo federal.