Câmara aprova ajuda de R$ 3 bilhões a estados e municípios para investir em cultura
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou ajuda de R$ 3 bilhões ao setor cultural durante a crise causada pelo coronavírus (COVID-19)
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou ajuda de R$ 3 bilhões ao setor cultural durante a crise causada pelo coronavírus (COVID-19)
Além dessa proposta do Executivo, outros 12 projetos de autoria dos vereadores de Fortaleza, todos focando no combate à pandemia de coronavírus na Capital, também estão na pauta de votação. No entanto, as matérias devem ser encaminhadas para apreciação das comissões técnicas permanentes.
Esta é a segunda vez que o governo Bolsonaro tenta interferir na arrecadação do DPVAT. A primeira foi com a Medida Provisória 904/19, que não foi votada pelo Congresso Nacional e perdeu validade na segunda (20).
Eduardo Girão cita que 4 milhões, previstos na emenda, devem ser usados nas ações de combate à pandemia no Ceará. O senador pediu que a população fiscalize a aplicação dos recursos pelas prefeituras.
O MPF destaca que a Lei n. 11.947/2009, que instituiu o Pnae, estabelece no art. 5º, § 2º, que os recursos financeiros destinados às ações do Programa deverão ser utilizados exclusivamente para a aquisição de gêneros alimentícios. Ressalta ainda que, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, recursos destinados a programas suplementares de alimentação não constituem despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino.
Até a atuação do secretário da Saúde do Ceará, Dr. Cabeto, no combate ao coronavírus foi colocada em discussão. Os defensores de Bolsonaro enalteceram o trabalho à frente da Presidência da República e pediram direito de resposta frente às críticas feitas por Baquit.
Desembargador considerou que a decisão de primeiro grau não apontou omissão específica que justificasse a intervenção.
O valor previsto para o financiamento das campanhas nas eleições de outubro é de R$ 2 bilhões.
Segundo o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert, o pregão eletrônico aumenta a economia de recursos públicos de duas maneiras. A primeira é a ampliação da concorrência. Ao permitir a participação de empresas de todo o país nas licitações, o sistema aumenta a oferta. A segunda vantagem consiste na redução da corrupção.
Primeira reunião remota organizada pela Aprece com a participação [+]