Petista cearense defende uma relação madura entre o seu PT e o PDT
O deputado destacou, ainda, o foco que o governador Camilo Santana tem dado no combate à pandemia do novo coronavírus, deixando questões político-eleitorais em segundo plano.
O deputado destacou, ainda, o foco que o governador Camilo Santana tem dado no combate à pandemia do novo coronavírus, deixando questões político-eleitorais em segundo plano.
"Se o Camilo for candidato a senador, será nosso candidato. O PDT indica o candidato a governador. Assim sendo, nossa presença na chapa estaria resolvida e cuidaríamos apenas das chapas proporcionais", disse o dirigente petista.
Para o petista, porém, a relação PT e PDT fica prejudicada neste momento, principalmente, pela atitude "deselegante e mal educada" do ex-ministro Ciro Gomes quanto ao retorno de Lula para a disputa eleitoral.
A Câmara dos Deputados rejeitou destaque do PT e manteve no texto da PEC Emergencial (PEC 186/19) a maior parte das proibições que estados e municípios poderão adotar se sua despesa corrente chegar a 95% da receita corrente.
Hoje, pelo nível de confronto entre os dois, apesar dos discursos em contrário, Lula e Ciro querem a derrota um do outro. A afirmação do cearense de "nunca mais essa quadrilha (os petistas) conta comigo", não dá chance para qualquer entendimento de aliança de Ciro com o PT não sendo ele o candidato à Presidência da República.
Hoje, pelo nível de confronto entre os dois, apesar dos discursos em contrário, Lula e Ciro querem a derrota um do outro.
As ações foram distribuídas ao ministro Nunes Marques.
Lula visa unicamente comprometer Ciro Gomes (PDT), o mais contundente crítico das posições petistas e do próprio Lula, desde quando este, preso, inviabilizou uma ampla aliança contra o próprio Bolsonaro, determinando a candidatura de Haddad.
Cerca de 30 Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) protocolados na Câmara dos Deputados na quarta-feira (17) pretendem anular quatro decretos do presidente Jair Bolsonaro que facilitam o uso e a compra de armas de fogo no País. As legendas PSB, Rede Sustentabilidade, PT e o PSOL também questionaram o decreto.
Segundo os partidos, as normas, que alteraram quatro decretos de 2019, mudaram significativamente o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003), o que só poderia ser feito por lei, e não por decreto.