Procurador-geral da República é a favor da cobrança antecipada do ITBI
Questionamento foi levantado pelo PSDB na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao STF.
Questionamento foi levantado pelo PSDB na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao STF.
A afirmação do procurador-geral da República foi feita no Seminário Internacional Cibersegurança, Cibercriminalidade e Criminalidade Organizada Transnacional, realizado nesta terça-feira (26), em Braga, Portugal.
Os órgãos buscam recuperar ativos frutos de atividades criminosas, buscar reparação de eventuais danos causados e responsabilização de pessoas físicas e jurídicas.
Caso não prevaleça o entendimento da anterioridade, o procurador-geral defende que seja resguardado o prazo mínimo de 90 dias para que a norma passe a produzir efeitos.
Na nova peça enviada ao STF, Aras apontou precedentes da corte no sentido de que o arquivamento proposto pelo chefe do Ministério Público é irrecusável.
Para o órgão, as normas, que fixam a alíquota do imposto em percentual superior à alíquota geral, violam o princípio constitucional da seletividade.
O posicionamento foi externado em palestra proferida em evento promovido pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados da Justiça Militar da União (Enajum).
Aras sustenta que não suspensão de prazos de prescrição cerceia Ministério Público em ações de improbidade administrativa afetadas por julgamento do Supremo Tribunal Federal.
Na petição, Augusto Aras destacou que, ao responder às reportagens por meio de nota, o ministro "em momento algum negou ou apontou falsidade no conteúdo da notícia veiculada".
O evento terá como tema principal "Os desafios do Ministério Público no cenários pós-pandemia". O congresso também sediará o 1º Encontro dos Aposentados e Pensionistas do Ministério Público.