Senadores podem não chancelar as reformas em discussão na Câmara
A sociedade precisa ser ouvida, isoladamente, sobre os três temas, como já manifestou-se no plebiscito sobre Parlamentarismo ou Presidencialismo.
A sociedade precisa ser ouvida, isoladamente, sobre os três temas, como já manifestou-se no plebiscito sobre Parlamentarismo ou Presidencialismo.
Já é tempo de iniciarmos um novo tipo de fazer política no Brasil.
O furor reformista vem de longe. A discussão sobre mudar o sistema político brasileiro sempre foi uma constante, a ponto de qualquer legislatura desenvolver sempre projetos de reforma política, o mais das vezes abrangentes.
No Ceará, o PP e PSD disputam mais espaços na mesma base governista.
Um primeiro-ministro brasileiro no Parlamento ou do Parlamento, por certo será mais conivente com as peraltices dos parlamentares do que os presidentes.
Guimarães está afinado com Camilo que, por sua vez, já tem o acerto com Cid e Ciro Gomes.
Se o militar que quer ter mandato guarda a farda, razão também há para encostar a vestimenta oficial todo aquele que queira ir para o Executivo em função civil.
Pesquisas publicadas nos últimos dias, em especial a do último domingo (11), destacaram que 70% da população brasileira afirma existir corrupção no Governo Bolsonaro.
A atual CPI, ora em curso no Senado, com o objetivo de apurar ações e omissões do Governo Central quanto ao enfrentamento da pandemia, ainda amedrontando a população brasileira, deparou-se com indícios de corrupção na compra de vacinas.
Para onde vamos? De que lado ficamos? Onde estaremos quando tudo isso acabar?