Para Augusto Aras, não compete ao Ministério Público denunciar o presidente por prevaricação
Nos casos de crime de responsabilidade, a atribuição é do Poder Legislativo apurar.
Nos casos de crime de responsabilidade, a atribuição é do Poder Legislativo apurar.
Embora "tenha caído em certo esquecimento após a Constituição de 1988", a LSN voltou a ser usada agora contra opositores do presidente Jair Bolsonaro.
Algumas falas citadas são: presidente da República disse que uma jornalista queria "dar o furo"; Paulo Guedes chamou a mulher do presidente da França de "feia"; Damares disse que as mulheres devem ser submissas.
Ato público será dia 30 de junho.
Líder da PDT disse que os discursos dos colegas eram para exercer o direito do jus esperneandi (ato de espernear).
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência disse durante coletiva de imprensa que irá ocorrer investigação sobre declarações do deputado Luís Miranda, acerca das atividades do seu irmão [Luís Ricardo Fernandes Miranda], servidor público do Ministério da Saúde, que esteve com Bolsonaro no dia 20 de março para esclarecer informações sobre problemas relacionados à compra da vacina, inclusive com documentos.
A Lei 13.178/15 previa que os possuidores de terras maiores que 15 módulos fiscais (o tamanho do módulo varia conforme a região) deveriam providenciar, até outubro de 2019. Segundo o autor da proposta, deputado Dr. Leonardo, o prazo mostrou-se insuficiente devido à burocracia envolvida no processo de emissão dos documentos exigidos.
A proposta vetada dispensava portadores de determinadas enfermidades, como tuberculose ativa, hanseníase e câncer, de contribuir por 12 meses antes de ter acesso ao auxílio-doença e à aposentadoria por invalidez, desde que já sejam segurados do INSS. Dessa forma, a lista de doenças dispensadas da carência seria ampliada para incluir também a lúpus e a epilepsia.
A primeira tentativa de privatização da empresa ocorreu em 1995.
Jair Bolsonaro tirou a máscara durante a entrevista, mandou uma repórter e sua própria equipe calar a boca, criticou a CNN e xingou a Rede Globo. Líder da bancada feminina no Senado, Simone Tebet (MDB-MS), em entrevista ao portal Veja, lembrou que os ataques do presidente normalmente miram mulheres e classificou a atitude de Bolsonaro como ''deplorável''.