Vereadores questionam constitucionalidade de projeto que sugere cobrança no atendimento de quem optar por não se vacinar
Em reposta, Rolim destacou que é preciso realizar o debate sobre o tema, pois em sua avaliação não é razoável que um cidadão opte por não tomar uma vacina que custaria R$ 100 e depois, acometido da doença, procure o serviço público para tratamento de R$ 50, R$ 100 mil.