Bem remunerados, os cabos eleitorais ou “vaqueiros” já estão em ação
Se fala em voto para deputado federal valendo R$ 200 e para deputado estadual R$ 100.
Se fala em voto para deputado federal valendo R$ 200 e para deputado estadual R$ 100.
Com a quantidade de agremiações partidárias que temos hoje é injustificável não termos ao menos cinco bons candidatos a governador do Ceará, permitindo ao eleitor fazer o seu juízo sobre cada um deles.
Em 2018, só na disputa para as duas vagas de senador pelo Ceará foram desperdiçados 2.729.119 votos.
A deputada estadual Fernanda Pessoa, eleita em 2018 com 58.275 votos, está deixando o partido para filiar-se ao União Brasil, a agremiação que nasce com a fusão do PSL com o DEM. Nelinho segue o mesmo caminho de Fernanda.
É preciso estar atento para sempre perceber que o mal que tirou a vida do reitor não foi debelado e ainda circula entre nós como um vírus letal em um ambiente tenebroso.
Dia 2 de abril está fincado o marco das filiações partidárias, após a tal "janela" que acontece durante o mês de março, quando todos os deputados podem trocar de partido, sem as restrições da Lei da Fidelidade Partidária.
O Fundo Eleitoral, pelo sistema de financiamento de campanhas determinado pela Legislação Eleitoral, respeitando todas as opiniões divergentes, acaba sendo necessário existir.
Se não fosse Alckmin, prudente, sem afetação e do diálogo, de pronto afirmaríamos que ele estava sendo vingativo ao estabelecer diálogo com o PT e Lula, posto ser este tão adversário de Doria quanto o é o presidente Bolsonaro.
É verdade que Anastasia, dos três postulantes ao cargo, era o mais credenciado, sobretudo pela sua atuação acadêmica, além do comportamento ilibado, uma das exigências constitucionais para o exercício do cargo.
As eleições estaduais, embora atraentes, deixam os eleitores um pouco mais distantes, e acabam sendo estimulados pelos chamados cabos eleitores, ou, "os vaqueiros" como dizem os que exclusivamente elegem-se comprando quase a totalidade dos sufrágios.