MP Eleitoral e Polícia Federal apuram suposta compra de votos na operação deflagrada em Fortaleza, Canindé e Choró
Operação contra suposta compra de votos resultou na apreensão de R$ 600 mil de um grupo criminoso organizado.
Operação contra suposta compra de votos resultou na apreensão de R$ 600 mil de um grupo criminoso organizado.
O investigado é suspeito de oferecer R$ 150 mil em espécie para que o vereador líder da oposição, Damião Aureliano Ferreira de Sousa, mudasse de apoio político.
As eleições estaduais, embora atraentes, deixam os eleitores um pouco mais distantes, e acabam sendo estimulados pelos chamados cabos eleitores, ou, "os vaqueiros" como dizem os que exclusivamente elegem-se comprando quase a totalidade dos sufrágios.
É muito provável que integrantes do Ministério Público Eleitoral já estejam reunindo provas sobre os desvios conhecidos do mundo político quanto aos aliciamentos patrocinados por vorazes figuras que querem a todo e qualquer custo ter um mandato legislativo.
Policiais federais se encontram nas cidades de Martinópole, Missão Velha e Pedra Branca desde a última terça-feira (27).
Segundo a ação, policiais flagraram caminhonete com dinheiro em espécie e material de campanha dos candidatos, na véspera da eleição do último dia 15.
Entende-se por “captação ilícita de sufrágio” a doação, o oferecimento, a promessa ou a entrega, pelo candidato, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, de bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública.