União paga dívidas dos governos do Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros estados
O Tesouro Nacional pagou, em 2021, R$ 8,96 bilhões em dívidas atrasadas de estados. O valor é 32,4% a mais que o registrado em 2019.
O Tesouro Nacional pagou, em 2021, R$ 8,96 bilhões em dívidas atrasadas de estados. O valor é 32,4% a mais que o registrado em 2019.
Dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional.
A DPF passou de R$ 5,373 trilhões em outubro para R$ 5,499 trilhões em novembro, alta de 2,34%.
Este ano, já são R$ 6,82 bilhões de dívidas de entes subnacionais honradas pela União.
R$ 475,52 milhões são débitos não quitados pelo estado do Rio de Janeiro; R$ 77,78 milhões de Goiás; R$ 75,22 milhões de Minas Gerais; R$ 16,17 milhões do Amapá, e R$ 4,93 milhões do Rio Grande do Norte.
As garantias às operações de crédito são concedidas pela União aos entes federados e também às entidades da administração indireta das três esferas de governo.
O custo de funcionamento do poder Executivo, incluindo o Ministério da Saúde, somou R$ 31,2 bilhões nos primeiros seis meses de 2021.
Imprensa tem revelado irregularidades na alocação dos recursos apresentando indícios de destinação ilegal para beneficiar aliados políticos ao Governo, bem como a possibilidade de superfaturamento na aquisição de máquinas e equipamentos.
A Secretaria do Tesouro Nacional e a B3 (bolsa de valores), responsáveis pelas operações do Tesouro Direto, informaramque o ataque de ransomware sofrido na última sexta-feira (13) contra a rede interna da secretaria, não afetou “de forma alguma” a plataforma do Tesouro Direto.
Desde 2018, o Governo tem estourado a regra de ouro e pedido, todos os anos, autorização ao Congresso para financiar gastos correntes com dívida pública. Para este ano, a insuficiência está estimada em R$ 144,03 bilhões.