Prisão em segunda instância deve ser votada em agosto, segundo Rodrigo Maia
Maia também defendeu que a Câmara vote a Reforma Tributária até o final de agosto para que estados e municípios tenham acesso a mais recursos.
Maia também defendeu que a Câmara vote a Reforma Tributária até o final de agosto para que estados e municípios tenham acesso a mais recursos.
A possibilidade de prisão em segunda instância tem sido um tema polêmico no Congresso Nacional, e alguns senadores estão pautando este tema para os debates na Casa em 2020.
CCJ do Senado aprovou, nesta terça-feira (10), projeto que prevê a prisão após condenação em segunda instância.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse nesta segunda-feira (9), em Brasília, que alguns juízes e desembargadores interpretaram erroneamente a decisão da Corte sobre a possibilidade de que réus condenados em segunda instância sejam presos.
A frente reúne senadores e deputados que apoiam, além da PEC, o projeto de lei do Senado, porque os projetos não são excludentes, mas complementares.
Para o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), o importante é a segurança jurídica da norma. “O caminho mais difícil [a PEC], com consenso, é melhor que o caminho mais fácil [projeto de lei] sem consenso”, disse.
O presidente da Câmara se encontrou com Alexandre de Moraes nesta terça-feira (19) para apresentar o texto final. A pedido de Maia, Moraes coordenou um grupo de trabalho sobre o tema, em 2017, composto por juristas
Carta aberta ao STF já tem o apoio de 37 senadores em apoio ao cumprimento da pena logo após a segunda instância.
Gilmar Mende é favorável à possibilidade da execução provisória somente após decisão do Superior Tribunal de Justiça.
Em evento, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu o Pacote Anticrime e a prisão em segunda instância.