Kajuru defende inelegibilidade para pessoas na ‘Lista Suja’ do trabalho escravo
kajuru propõe lei para tornar inelegíveis acusados de trabalho escravo.
kajuru propõe lei para tornar inelegíveis acusados de trabalho escravo.
Kajuru ressaltou que o governo precisa trabalhar, definir prioridades e cuidar do que é relevante, não perdendo tempo com questões acessórias.
O senador ainda criticou confronto ocorrido entre jogadores de futebol do Internacional e do Caxias neste domingo (26), seguido de invasão do gramado por torcedores, incluindo um homem com uma criança no colo, para agredir os atletas
O Projeto propõe dar eficácia a já existente determinação na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), Lei nº 13.146 de 2015, para que os serviços de radiodifusão de sons e imagens tenham o uso de janela com intérprete de Libras.
O pedido de abertura de investigação foi apresentado pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros.
De acordo com o senador, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não tem conseguido evitar os danos emocionais e educacionais daqueles que se encontram sob acolhimento, e isso prejudica os jovens que saem dos programas institucionais sem o devido preparo para ingressar nas universidades.
Motivo seria ter cometido crime ao divulgar conversa com presidente. A conversa telefônica entre o presidente e Kajuru tratou da comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigará eventuais omissões do Governo Federal no combate à pandemia.
Barroso concedeu liminar em mandado de segurança apresentado no mês passado pelos senadores Alessandro Vieira e Jorge Kajuru (MS 37760) e liberou o tema para julgamento colegiado imediatamente no Plenário Virtual do STF.
Nesta sexta-feira (26), senadores entregaram ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM/MG), um processo de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), protocolado por um jornalista da CNN Brasil.
"Para mim a sua gestão será desastrosa. A CCJ será um puxadinho do Palácio do Planalto. Se eu errar, eu vou reconhecer. Boa sorte ao senhor e tomara que o senhor cale a minha boca", disse Kajuru.