PF conclui que Flávio Bolsonaro cometeu calúnia contra Lula nas redes
PF conclui que Flávio Bolsonaro não cometeu crime em postagem sobre Lula e Maduro.
PF conclui que Flávio Bolsonaro não cometeu crime em postagem sobre Lula e Maduro.
Flávio defende ajuste na legislação trabalhista para acompanhar avanços tecnológicos sem perder direitos dos trabalhadores.
Lula se distancia de escândalo envolvendo Flávio Bolsonaro e cobra investigação policial.
Flávio Bolsonaro diz que pedido de patrocínio para filme sobre o pai foi privado e sem uso de dinheiro público.
Alexandre de Moraes concede prisão domiciliar humanitária temporária e ressalta caráter excepcional por motivos de saúde.
Uma audiência pública discute hoje o tema, que está sob a relatoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e enfrenta resistência da base governista.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que a reunião com Pacheco teve como um dos objetivos expor o que chamou de perseguição contra opositores do governo — o que, em sua visão, seria uma afronta à democracia.
O primeiro, pretende alterar o Código Penal, que passaria a prever como roubo a subtração do celular mediante fraude e abuso de confiança ou quando o criminoso obrigar a vítima a entregar o aparelho. A proposição ainda não foi distribuída para as comissões do Senado. Já o segundo projeto pretende alterar a Lei 9.472, de 1997, para tornar obrigatório o bloqueio do código Imei (Identificação Internacional de Equipamento Móvel) a contar do registro de boletim de ocorrência
Os três foram punidos por divulgarem nas redes sociais vídeo editado distorcendo fala do então candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em debate eleitoral promovido pela Rede Globo de Televisão, no dia 28 de outubro de 2022.
Produzido pelo então candidato a deputado Nikolas Ferreira e compartilhado pelos demais parlamentares, o vídeo afirmava que Lula incentivava a prática de crimes, entre outras condutas. Ficaram vencidos no julgamento do mérito da representação o atual relator, ministro Raul Araújo, e o ministro Nunes Marques, que entenderam que o conteúdo divulgado não ultrapassou a crítica política ácida.