Justiça mantém multa de R$ 25,2 milhões à Hapvida por descredenciamento de rede
Justiça mantém multa de r$ 25 mi à Hapvida por descredenciamento irregular de hospital.
Justiça mantém multa de r$ 25 mi à Hapvida por descredenciamento irregular de hospital.
Dentre as irregularidades constatadas, estão a altura das barras de apoio; chuveiro sem ducha manual; ausência de alarmes de emergência próximo à bacia sanitária e no box do chuveiro; altura da barra de apoio horizontal no lavatório; cuba na frente de acionamento da torneira, dificultando o uso da mesma; ausência de banco articulado ou removível nos banheiros; dentre outras. A situação detectada afeta, principalmente, pacientes com deficiência ou com mobilidade reduzida, como idosos.
A fiscalização foi realizada no dia 2 de maio de 2024, quando foi lavrado auto de infração e os fiscais identificaram paciente aguardando leito em cima de uma maca por falta de local de acolhimento.
Foto: Divulgação/Hapvida. Após a Justiça cearense determinar que [+]
O jornal o Estadão publicou um levantamento feito com informações do Foro Central Cível do aumento de casos judiciais que o grupo teve no ano de 2022. Hoje as duas operadoras, que seguem com seus clientes em separado, se tornaram o maior grupo de operadoras de saúde do país. Juntando as duas e empresas de menor porte que fazem parte do grupo, são mais de 9 milhões de clientes.
Os demandados também foram condenados a obrigações de não fazer de cessar as condutas lesivas contra seus beneficiários que, conforme os constituem, afronta aos direitos previstos nas legislações pertinentes que dispõem sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde).
Agência Nacional de Saúde atuou em 12 processos somente durante o primeiro semestre de 2021.
Hapvida e a NotreDame Intermédica, que anunciaram fusão em março deste ano, devem juntas ao menos R$ 648 milhões, o que representada 22% do total.
Hapvida anuncia compra do Grupo Promed, que atua na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Negócio da ordem de R$ 1,5 bilhão.
A prática desrespeita a relação médico-paciente e fere o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e a autonomia profissional garantida pelo Código de Ética Médica.