Lei Bárbara Penna, sancionada, amplia proteção a vítimas de violência doméstica
Nova lei amplia proteção a vítimas de violência doméstica e endurece punições contra ameaças durante cumprimento da pena.
Nova lei amplia proteção a vítimas de violência doméstica e endurece punições contra ameaças durante cumprimento da pena.
Projeto aprovado amplia uso de monitoramento eletrônico em medidas protetivas para reduzir feminicídios.
Maria da Penha defende proteção direta às mulheres e reforço no combate ao feminicídio.
Proposta em análise na Câmara altera o Código de Processo Penal e permite prisão preventiva imediata.
Aplicação da Lei Maria da Penha deve incluir medida protetiva também remuneratória, semelhante ao auxílio-doença
Censo de 2023 mostra que 87,5% dos servidores e servidoras sofreram violência psicológica no âmbito familiar.
O texto altera o Código Civil (Lei 10.406, de 2002). As regras valem para casamentos e para uniões estáveis, nos regimes de comunhão parcial ou total de bens, para agressões cometidas antes ou depois do pedido de divórcio ou da dissolução de união.
Conforme o projeto, para usufruir da prioridade, a mulher vítima da violência deve ser a responsável pela família e também precisa se enquadrar nos outros requisitos de renda do programa, e futuro ato do governo federal deverá trazer novas normas sobre a prioridade.
Em justificativa, o autor aponta que, com a aprovação da matéria, celebridades poderão contribuir no combate a práticas de violência contra a mulher, uma vez que a gestão contrataria apenas artistas que não pratiquem atos violentos contra esse segmento da sociedade. “E que sejam fonte de respeito às mulheres fortalezenses”.
Ao todo, 238 audiências de acolhimento, instrução e justificação estão agendadas em unidades judiciárias do Estado.