MPCE e MPF orientam Prefeitura de Fortaleza sobre remoção de pessoas em situação de rua
A Capital cearense, segundo dados do Cadastro Único, conta com cerca de 10 mil pessoas nessa situação.
A Capital cearense, segundo dados do Cadastro Único, conta com cerca de 10 mil pessoas nessa situação.
Segundo o MDS, 8.404 pessoas vivem nas ruas da Capital cearense.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 120 dias para o governo federal apresentar um plano nacional para a população de rua. A decisão do ministro foi motivada por uma ação protocolada no Supremo pelo PSOL, Rede Sustentabilidade e Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
No despacho de convocação da audiência, o ministro Alexandre de Moraes destacou a relevância da questão, que envolve a violação sistemática dos direitos e das garantias fundamentais dessas pessoas.
Para os partidos e o MTST, as condições desumanas de vida dessas pessoas e omissões estruturais dos três níveis federativos do Executivo e do Legislativo caracterizam um estado de coisas inconstitucional que justificam a atuação do STF.
O seminário mostrou a necessidade de ampliação das condições de acessibilidade aos serviços do Poder Judiciário.
A partir das informações obtidas pelo Censo, a Prefeitura irá realizar um pacote de ações emergenciais.
Seminário Popular da Comissão de Direitos Humanos, da Mulher, da Juventude, da Criança e do Idoso da Câmara Municipal de Fortaleza.
Até 17 de maio será entregue um documento com as principais diretrizes e reivindicações do GT para subsidiar a elaboração de futura resolução do CNJ.
A expectativa é a Prefeitura de Fortaleza inaugurar, ainda nesta semana, dois novos abrigos temporários para crianças e adolescentes, localizados nos bairros da Sapiranga e em Messejana.