Suplentes ocupam espaços na Assembleia Legislativa e Câmara de Fortaleza, mas pouco contribuem
A participação de muitos suplentes nas casas não implica melhorias no debate político ou de projetos de interesse público
A participação de muitos suplentes nas casas não implica melhorias no debate político ou de projetos de interesse público
Aos poucos elas aparecem em comissões temáticas, em algum cargo na Mesa Diretora, mas ainda estão distantes do comando da presidência, o que ainda não aconteceu até essa Legislatura. Serão conquistas para o futuro.
Assume interinamente o mandato na CMFOR o primeiro suplente, René Pessoa (União Brasil - 5.972 votos), neto do prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa.
A Câmara Municipal de Fortaleza reforça o compromisso com a transparência pública e recebe o Selo Prata no Radar da Transparência Pública, atingindo 82,61% no índice de transparência.
A reunião está marcada para esta quarta-feira, 30, às 12h, em formato híbrido.
A CPI da Cagece tem como relator o vereador Lúcio Bruno (PDT). Depois do depoimento de Neuri, os vereadores querem ouvir representantes das agências reguladoras.
Hoje o Banco do Brasil é a instituição que paga os mais de 300 funcionários efetivos, fora os comissionados, terceirizados e pessoal lotado nos gabinetes dos parlamentares.
A medida reforça o compromisso do presidente Gardel em ampliar os serviços ofertados pela Central da Cidadania, que em 2023 chegou a marca de 25 mil atendimentos.
A matéria, que foi amplamente debatida pelos vereadores e com as entidades estudantis, foi aprovada com 3 (três) emendas coletivas e segue para sanção do prefeito Sarto (PDT).
Dentre as questões contestadas pela categoria está a instalação das cancelas pela Fraport, na área de embarque e desembarque, que exige o pagamento de uma taxa no valor de R$ 20,00, ao ultrapassar o tempo de dez minutos de espera no Aeroporto, que atinge não só taxistas, mais também os motoristas de aplicativo e pessoas comuns que vão buscar passageiros.