STF analisa nesta sexta (28) decisão de Flávio Dino sobre emendas parlamentares
A decisão do ministro está valendo, mas precisa ser referendada pelo plenário da Corte, conforme o regimento interno.
A decisão do ministro está valendo, mas precisa ser referendada pelo plenário da Corte, conforme o regimento interno.
A partir deste ano de 2025, a execução das emendas será condicionada à apresentação prévia de planos de trabalho.
Projeto foi apresentado pelo líder do governo no Congresso
Mas a Justiça Eleitoral foi oficialmente informada de que deputados federais estavam desviado recursos de emendas parlamentares e encaminhou o fato para o STF. O inquérito caiu nas mãos do ministro Gilmar Mendes, cidadão honorário cearense, e casado com uma senhora da família Feitosa. A revista Piauí, na matéria que publicou, destaca os nomes dos deputados federais José Guimarães (PT) e Júnior Mano (PSB). No meio político local, as informações circulantes dão conta da existência de outros parlamentares.
No entendimento do ministro, a Câmara ainda não cumpriu as decisões da Corte que determinaram regras de transparência e rastreabilidade no repasse das emendas.
STF exigiu regras transparência e rastreabilidade.
Medida foi determinada pelo ministro do STF Flávio Dino.
Executivo e Legislativo estão em fase de conclusão do Projeto de Lei Complementar, que deverá ser finalizado até esta quinta-feira.
O pedido para prorrogação do prazo foi feito pelo Poder Executivo. A tarefa está em fase de consolidação final de dados pela área técnica e está relacionada aos dez municípios que receberam o maior volume de emendas por habitante no período entre 2020 e 2023.
Emendas Parlamentares: projeto de lei vai regulamentar novas regras que devem respeitar critérios de transparência e rastreabilidade.