MPF pede a condenação do deputado Daniel Silveira (PSL/RJ) após ameaças ao STF
Silveira foi preso em fevereiro deste ano em Petrópolis/RJ após divulgar nas redes sociais um vídeo com ameaças a ministros do STF e defesa de medidas antidemocráticas.
Silveira foi preso em fevereiro deste ano em Petrópolis/RJ após divulgar nas redes sociais um vídeo com ameaças a ministros do STF e defesa de medidas antidemocráticas.
Segundo o senador, parcela da sociedade tem sofrido com decisões e medidas arbitrárias tomadas pela CPI da Covid, da qual ele é membro integrante, e pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Tribunal Superior Eleitoral.
De acordo com o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, é natural que próximo ao dia 7 de Setembro, que simboliza a Independência do Brasil de Portugal, se aflore o sentimento de patriotismo, em especial no momento em que o País se encontra.
Presidente do STF advertiu que, no ambiente democrático, manifestações públicas devem ser pacíficas. "A liberdade de expressão não comporta violências e ameaças", afirmou.
O texto do projeto de Lei considera como infração administrativa a recusa em credenciar profissional e a proibição de acesso ao local da entrevista.
A Lei Federal antirracismo (Lei 7.716, de 1989) afirma que é crime “veicular símbolos” do nazismo “para fins de divulgação”. Em caso de condenação, a pena é de multa e prisão de dois a cinco anos.
A mediadora do evento, a jornalista Laura Greenhalgh, expôs pesquisa da organização Repórteres sem Fronteiras que aponta mais de 30 líderes políticos que são contra a liberdade de expressão, e o presidente Jair Bolsonaro está nessa lista.
Para que eventual retirada de conteúdo não atinja a liberdade de expressão.
"A liberdade de expressão é indispensável para a preservação da cultura, da memória e da história de uma sociedade. No entanto, vivemos um momento marcado pelas campanhas de desinformação, de ódio e de ataques à democracia e às instituições. Momento que traz preocupações e reflexões totalmente diversas das que lidávamos há até pouco tempo'', dissertou Luís Roberto Barroso.
Um pedido de vista da deputada Fernanda Melchionna (Psol/RS) e dos deputados Paulo Guedes (PT/MG) e Júlio Delgado (PSB-MG) adiou para quinta-feira (08) a decisão do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados sobre a continuidade ou não do processo contra o deputado Eduardo Bolsonaro.