Ministro Barroso nega acesso a documentos sigilosos da CPI da Covid
Foi indeferido o Mandado de Segurança (MS) 38181 de autoria do senador Marcos Rogério (DEM/RO).
Foi indeferido o Mandado de Segurança (MS) 38181 de autoria do senador Marcos Rogério (DEM/RO).
O requerimento para a oitiva foi do vice-presidente da Comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que pretende esclarecer se houve algum tipo de pressão ou interferência do Governo Federal na decisão tomada pela Conitec de adiar a análise de um estudo sobre o tratamento medicamentoso ambulatorial de pacientes com COVID-19.
O Programa Blog do Edison Silva em parceria com a Rádio Assunção Cearense (AM-620) é transmitido de segunda a sexta-feira, de 11:45 às 12:15, logo após o “É Tempo de Bola”.
O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), reiterou que pretende incluir no relatório as propostas apoiadas pelas vítimas da covid e pelos senadores durante a reunião.
A ideia é acompanhar as providências judiciais que serão encaminhadas pelo relatório, como os pedidos de investigação e de indiciamento de autoridades.
Mesmo com a troca na escolha de depoentes, a apresentação do voto do relator Renan Calheiros (MDB-AL) está mantida para terça-feira (19) e a votação do parecer, para o dia 20 de outubro.
Se aprovados, esses serão os últimos depoimentos colhidos pela CPI no Senado, marcados para ocorrer na próxima segunda-feira, dia 18 de outubro.
Ministro Luís Roberto Barroso afirmou que apenas o Conselho Federal da OAB tem legitimidade para acionar o Supremo para questionar atos de uma CPI federal.
O novo depoimento será do médico pneumologista Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho, autor de um trabalho técnico que condena o uso de substâncias sem eficácia contra a Covid-19.
Os integrantes da CPI retomamos depoimentos dia 18 com a oitiva do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.