STF definirá regras para procedimentos fora do rol da ANS
Relator da ação, ministro Roberto Barroso se manifesta favorável
Relator da ação, ministro Roberto Barroso se manifesta favorável
O número do processo não é divulgado em razão de segredo judicial.
O objetivo é fiscalizar as medidas regulatórias e fiscalizatórias adotadas pela ANS.
Planos individuais ou familiares só podem ser cancelados pela operadora se houver fraude ou inadimplência.
Novas regras para a alteração de rede hospitalar das operadoras de planos de saúde foram aprovadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As mudanças valem tanto para a retirada de um hospital da rede, como para a troca de um hospital por outro. O objetivo é dar maior transparência e segurança aos beneficiários.
Esse tema foi uma das controvérsias de maior repercussão na pauta do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2022, com ampla cobertura na mídia e reflexos no Congresso Nacional.
De acordo com o governo federal, a sanção da lei, que agora entra em vigor, busca evitar a descontinuidade de tratamentos médicos, especialmente daqueles que sofrem de doenças raras.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu em junho que o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde tem caráter taxativo, não estando as operadoras de saúde obrigadas a cobrirem tratamentos não previstos na lista, salvo algumas situações excepcionais.
O rol é uma lista dos procedimentos que os planos de saúde são obrigados a cobrir para os usuários.
Os dados foram apresentados no seminário "Judicialização da Saúde Suplementar", promovido pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ em parceria com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).