Aliado de Bolsonaro na CPI considera constrangedor é o “desfile da corrupção”
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse ter excessos nas falas de alguns parlamentares.
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse ter excessos nas falas de alguns parlamentares.
Não é a primeira vez que o presidente Bolsonaro (sem partido) tenta intimidar os demais Poderes da República.
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia e Gilmar Mendes vão discutir elementos essenciais à afirmação e à consolidação do regime democrático do país.
Barroso também defendeu o semipresidencialismo, regime em que os presidentes são eleitos diretamente pelo voto popular e exercem a chefia de Estado, sendo a chefia do Governo exercida por um primeiro-ministro eleito entre os membros do Congresso Nacional.
Para Renato Roseno, a sociedade brasileira não pode desprezar ameaças que têm sido feitas à democracia. Em sua avaliação, "falta humanismo" ao presidente Jair Bolsonaro.
Pronunciamento de Evandro Leitão, apesar de ter agradado boa parte dos parlamentares presentes, não foi visto com bons olhos pela ala bolsonarista.
Weffort foi um timoneiro teórico e prático capaz de proporcionar rumo, nos mares procelosos do neopopulismo, em que o Brasil navega perigosamente na atual conjuntura.
Barroso falou dos desafios que a sociedade enfrenta, atualmente, para que possa viver em uma democracia e pontuou que toda e qualquer evolução na discussão sobre o melhor sistema eleitoral ainda encontra três principais entraves de ordem política.
''Já superamos os ciclos do atraso institucional, mas há retardatários que gostariam de voltar ao passado'', proferiu o ministro Barrosso contra a volta do voto impresso.
Ministro Luiz Fux enfatizou que o Supremo tem cumprido seu papel de salvaguardar a Constituição, atuando em prol da estabilidade institucional, da harmonia entre os Poderes e da proteção da democracia.