Antes do início de seu julgamento Daniel Silveira voltou a criticar o STF e ministros
Por volta das 14h, Silveira e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foram ao STF para acompanhar o julgamento, mas não conseguiram entrar no plenário.
Por volta das 14h, Silveira e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foram ao STF para acompanhar o julgamento, mas não conseguiram entrar no plenário.
O parlamentar é acusado de incitação à animosidade entre as Forças Armadas e o Supremo e de impedir o livre exercício do Poder Judiciário, com ofensas e ameaças aos ministros do STF.
Apenas Nunes Marques e André Mendonça, indicados pelo presidente Bolsonaro, foram poupados.
O colegiado confirmou a determinação do ministro Alexandre de Moraes de que seja instaurado novo inquérito contra o parlamentar, dessa vez para apurar a suposta prática do crime de desobediência de decisão judicial.
Daniel Silveira foi pessoalmente à sede da Polícia Federal de Brasília e já saiu de lá com a tornozeleira eletrônica no calcanhar.
O ministro determinou, ainda, a abertura de inquérito para apuração do crime de desobediência a decisão judicial.
Artur Lira afirmou que a medida tomada pelo ministro do STF não pode ser cumprida enquanto Daniel estiver no interior do prédio do Legislativo.
Daniel Silveira se recusa a usar tornozeleira eletrônica como determinou o ministro Alexandre de Moraes.
Silveira está dormindo em seu gabinete na Câmara dos Deputados, resistindo à ordem do ministro Alexandre de Moraes.
A denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o parlamentar foi apresentada em outubro de 2021 e aceita pela Corte em 28 de abril.