Irmãos Miranda confirmam na CPI da Covid pressão para autorizar compra de vacina com preço superfaturado
A negociação está sob suspeita em razão do valor unitário das vacinas, considerado elevado, em torno de R$ 80.
A negociação está sob suspeita em razão do valor unitário das vacinas, considerado elevado, em torno de R$ 80.
Já são mais de 25 dias sem resposta ao ofício do Senado que pedia informações sobre as compras de vacinas.
Pela decisão, governadores podem comparecer às CPIs apenas como convidados.
Governadores convocados pela CPI que assinam a ação: Waldez Góes (Amapá), Wilson Lima (Amazonas), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Helder Barbalho (Pará), Wellington Dias (Piauí), Marcos Rocha (Rondônia), Carlos Moisés (Santa Catarina) e Mauro Carlesse (Tocantins).
A negociação está sob suspeita em razão do valor unitário do imunizante em torno de R$ 80. O Governo Federal nega qualquer irregularidade.
Líder da PDT disse que os discursos dos colegas eram para exercer o direito do jus esperneandi (ato de espernear).
O assessor de Bolsonaro ainda tem a garantia de não se auto incriminar se for instado a responder perguntas cujas respostas possam resultar em seu prejuízo.
De acordo com dados do Tribunal de Contas da União (TCU), a Covaxin foi a vacina mais cara negociada pelo Governo Federal até agora: R$ 80,70 a unidade.
20 milhões de doses da vacina Covaxin a um preço 4 vezes maior que o do imunizante da AstraZeneca.
Foram convocados: deputado federal Luís Miranda e seu irmão, Luís Ricardo Miranda, chefe da Divisão de Importação do Ministério da Saúde, para esclarecer denúncia de irregularidades na compra da vacina Covaxin.