Senadores da CPI decidem nesta quarta (30) sobre convocação do líder do Governo Bolsonaro para depor sobre compra suspeita de vacina
Os oposicionistas integrantes da CPI alegam que o presidente Bolsonaro cometeu crime de prevaricação.
Os oposicionistas integrantes da CPI alegam que o presidente Bolsonaro cometeu crime de prevaricação.
Fausto Junior alegou que compete aos órgãos de controle aprofundar as investigações, chegando a invocar um dispositivo da Constituição do Amazonas que supostamente vedaria a convocação do governador à CPI estadual.
O empresário retornou ao Brasil nesta segunda-feira (28). Ele estava nos Estados Unidos e teve o passaporte retido assim que desembarcou no Aeroporto de Viracopos (SP).
O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede/AP), já apresentou requerimento com as 27 assinaturas necessárias para a prorrogação.
Ao negar o pedido para suspender a quebra de sigilo feito pela defesa do advogado, a ministra observou que o propósito público de esclarecer o real contexto em que a compra foi efetivada prevalece sobre o direito à intimidade do suposto envolvido
Deputado estadual Fausto Vieira (PRTB) ano passado foi relator na Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde criada pela Assembleia Legislativa do Amazonas para apurar ocorrências de atos administrativos ilícitos do Governo durante a crise sanitária.
O objetivo é esclarecer os exatos termos das tratativas entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para a aquisição da vacina.
Crime de retardar ou deixar de praticar ato de ofício para satisfazer interesse pessoal.
Deputado Ricardo Barros (PP-PR) é suspeito de ser o mentor das irregularidades na compra da vacina Covaxin.
As principais envolvem o direito ao silêncio em depoimentos e a quebra de sigilos.