Camilo e Sarto lembram um ano de pandemia no Ceará
Camilo Santana também informou a entrega de mais 23 leitos de terapia intensiva exclusivos para atender a pacientes com Covid-10 no Hospital Estadual Leonardo Da Vinci.
Camilo Santana também informou a entrega de mais 23 leitos de terapia intensiva exclusivos para atender a pacientes com Covid-10 no Hospital Estadual Leonardo Da Vinci.
Muitas das propostas apresentadas devem perder o objeto, já que o prefeito Sarto está encaminhando, nos próximos dias, um pacote de propostas que visam, justamente, atender a população mais vulnerável, artistas e condutores de transporte público da cidade.
De acordo com a proposta, os recursos que, porventura venham a remanescer no Fundo, após o período proposto, deverão ser remanejados para o Fundo Municipal de Saúde.
O autor da proposta lembra, ainda, que os dois grupos não são grandes, o que facilitaria na imunização. "É um grupo que está diretamente em contato com as pessoas com Covid e que passa despercebido do poder público", afirmou.
Em Fortaleza, o primeiro grupo prioritário tem sido o de pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas, população indígena, trabalhador da saúde e pessoas com 75 anos ou mais.
O presidente da Mesa Diretora, Antônio Henrique (PDT), publicou um vídeo assinando as matérias que foram encaminhadas para o Executivo, dentre elas as que versam sobre a essencialidade das atividades de igrejas e academias.
O prefeito Sarto, como chefe do Executivo, tem 10 dias para sancionar as propostas de Lei e mandar publicar no Diário Oficial do Município (DOM) ou vetá-las.
Como o projeto trata-se de uma sugestão, caberá ao prefeito Sarto acatar ou não o que foi proposto na matéria.
Professor Enilson (PSB) corroborou com o colega e destacou o trabalho que tem sido realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), buscando dar transparência a todos os atos da gestão. O pessebista lamentou que a oposição não tenha buscado auxiliar a melhorar a situação na cidade, preferindo, segundo ele, "causar terror" na população.
Conforme informou, é preciso trabalhar para que não se ultrapasse a capacidade de trabalho nos hospitais. "Todos os profissionais têm que agir agora para interferir em um eventual colapso das duas semanas seguintes", alertou.