Ministro prorroga inquérito contra Daniel Silveira e defesa pede para ele esquecer o deputado
O advogado pede o "fim de todas as perseguições pessoais" do relator, Alexandre de Moraes.
O advogado pede o "fim de todas as perseguições pessoais" do relator, Alexandre de Moraes.
Ministro Alexandre de Moraes disse que coibirá, juntamente com os demais juízes eleitorais, toda forma de fraude e utilização de redes sociais para propagar informações mentirosas sobre os outros candidatos.
O inquérito está perto de descobrir quem financia as redes coordenadas que atuam para espalhar mentiras sobre a atuação dos ministros do Supremo e promover instabilidade política.
O STF determinou a fixação de multa diária de R$ 15 mil em caso de descumprimento de qualquer uma das medidas cautelares decretadas judicialmente.
Em relação ao indulto, o ministro destacou que há uma petição juntada aos autos requerendo a declaração de inconstitucionalidade do perdão concedido por Bolsonaro, mas o tema será analisado em outros processos, sob relatoria da ministra Rosa Weber.
De acordo com Girão, o requerimento foi assinado por 34 senadores e protocolado no início deste mês.
Por volta das 14h, Silveira e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foram ao STF para acompanhar o julgamento, mas não conseguiram entrar no plenário.
O parlamentar é acusado de incitação à animosidade entre as Forças Armadas e o Supremo e de impedir o livre exercício do Poder Judiciário, com ofensas e ameaças aos ministros do STF.
Relatora da ADI, a ministra Rosa Weber considerou "em tudo inapropriada" a petição da AGU.
Na mesma decisão, o ministro autorizou a Polícia Federal a requisitar do Google cópia integral da live realizada por Bolsonaro em 21/10/2021.