A Justiça Eleitoral ainda substituirá o Legislativo nas eleições de 2022
O Tribunal Superior Eleitoral vai acabar tendo a necessidade de publicar alguma Resolução para suprir a omissão do Legislativo.
O Tribunal Superior Eleitoral vai acabar tendo a necessidade de publicar alguma Resolução para suprir a omissão do Legislativo.
Os oposicionistas cearenses, com honrosas exceções, preferem o discurso espetaculoso ao do consubstanciado e inquestionável, talvez pelo trabalho que dá em acompanhar, pelos meios legais, as ações e atividades governamentais.
A seu tempo, este mês de agosto foi marcado por dois episódios, com componente ao mesmo tempo tosco, patético e macabro.
Tasso, conhecendo o tamanho do seu partido, não participaria, como de fato tudo indica não participará, daquilo que antecipadamente podemos denominar de aventura.
Tudo faz parecer, pela limitação ou inexistência do debate, não interessar ao deputado Arthur Lira, e a seus aliados, a discussão aberta de temas importantes como os das inelegibilidades, dos financiamentos dos partidos e das eleições.
O ministro Alexandre de Moraes, presidente das eleições gerais em 2022, tem mostrado ser rigoroso nas decisões proferidas, tanto no STF quanto no TSE.
Cid tem dito que o PDT deve eleger 14 deputados estaduais e ampliar sua representação na Câmara dos Deputados.
Ex-presidente Lula em São Luís do Maranhão. Foto: Ricardo [+]
Os senadores têm o dever de reprovar esse retrocesso imposto pela Câmara, pois foram eles, em 2017, os autores da emenda à Constituição que acabou com as coligações.
Bolsonaro não governa, porém não está inerte. Pelo contrário, compraz-se perigosamente em fomentar a subversão pelo alto, em acossar as instituições republicanas, democráticas e representativas.