Tesouro capta US$ 2,75 bi no exterior. Maior demanda em 7 anos
Taxa para títulos de dez anos caiu levemente
Taxa para títulos de dez anos caiu levemente
A quantia paga em junho representa mais que o dobro dos R$ 637,43 milhões que a União utilizou em maio deste ano para saldar dívidas atrasadas dos entes federativos. Como garantidora de empréstimos, a União já empregou, desde janeiro deste ano, cerca de R$ 4,62 bilhões para honrar empréstimos que os estados fizeram para financiar suas políticas públicas.
Saiu de R$ 4,249 trilhões em 2019 para R$ 5,010 trilhões em 2020.
Na versão enviada pelo Poder Executivo (PLN 28/2020), em agosto do ano passado, cada bancada estadual teria direito a emendas no valor total de R$ 247.193.166 ao Orçamento de 2021, conforme a RCL estimada na época.
O déficit do Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – ficou praticamente estável em novembro/2019.
Apesar da alta do mês de setembro, a dívida pública federal está dentro dos limites previstos pelo Tesouro nacional.
Segundo o Tesouro Nacional, o problema é que há estados, inclusive alguns com boa situação fiscal, que não conseguiram cumprir com a exigência do limite de crescimento da despesa, porque a queda da inflação foi maior que a esperada
BNDES confirma devolução antecipada de mais R$ 40 bilhões ao Tesouro Nacional.
O Governo Central, composto pelo Tesouro Nacional, pela Previdência Social e pelo Banco Central, iniciou o ano com superávit primário acima das expectativas. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Tesouro, a economia de recursos chegou a R$ 30,238 bilhões em janeiro.
A difícil situação fiscal de alguns estados brasileiros está preocupando também a União. Em vários estados a Lei de Responsabilidade Fiscal não está sendo atendida, principalmente quanto ao excesso de gastos com a folha de pessoal.