Presidente da Funai é exonerado
O presidente da Funai, Marcelo Augusto Xavier da Silva, deixou o cargo de presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai).
O presidente da Funai, Marcelo Augusto Xavier da Silva, deixou o cargo de presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Segundo o MPF, o presidente imputou os crimes de tráfico de influência e prevaricação a servidores da Funai, integrantes da Associação Waimiri Atroari e pessoas jurídicas sabendo que eles eram inocentes.
Segundo o ministro, os fatos narrados são de "extrema gravidade" e podem indicar a possibilidade de ações e omissões estatais.
Os conflitos na região são objetos de denúncias feitas pelas instituições há anos, bem antes dos assassinatos do indigenista Bruno da Cunha Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Philips.
Marcelo Xavier disse que o indigenista Bruno Pereira, servidor da fundação, um dos desaparecidos, estava de licença para tratar de assuntos particulares. ''Essa não foi uma missão comunicada à Funai. A Funai de forma nenhuma emitiu algum tipo de autorização para ingresso nessa área indígena'', dissertou o presidente.
Segundo a decisão, os atos da Funai representam uma tentativa reiterada de esvaziamento de medidas de proteção determinadas pelo Supremo.
A data é uma homenagem ao guerreiro guarani Sepé Tiaraju, morto durante a Batalha Caiboaté, em 7 de fevereiro de 1756.
No caso, um candidato aprovado em concurso para o cargo de auxiliar de indigenismo da Funai busca o direito de participar do curso. Condenado à pena privativa de liberdade por tráfico de drogas, ele foi impedido de tomar posse, por estar com seus direitos políticos suspensos.
O texto, em tramitação na Câmara dos Deputados, é do deputado cearense Eduardo Bismarck (PDT-CE) e insere a regra no Estatuto do Índio.
O Governo Federal até agora conseguiu, em 2ª instância, reverter três liminares no Mato Grosso do Sul e suspender duas, em Santa Catarina e no Ceará.