Eduardo Girão sugere que Senado deveria ”ouvir o eco que vem das ruas”
Girão afirmou que os atos do dia 12 de setembro foram tão legítimos quanto os do Dia da Independência, e alertou os colegas congressistas para escutar as reivindicações do povo.
Girão afirmou que os atos do dia 12 de setembro foram tão legítimos quanto os do Dia da Independência, e alertou os colegas congressistas para escutar as reivindicações do povo.
Eduardo Girão é um dos principais apoiadores da bancada de oposição no Estado, inclusive, foi o maior financiador da campanha de Capitão Wagner (PROS), em 2020, quando das eleições para a Prefeitura de Fortaleza.
O parlamentar disse que não subirá em palanque, atuará como cidadão brasileiro e não senador.
Segundo o senador, parcela da sociedade tem sofrido com decisões e medidas arbitrárias tomadas pela CPI da Covid, da qual ele é membro integrante, e pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Tribunal Superior Eleitoral.
De acordo com o parlamentar a CCJ do Senado está adiando a sabatina, haja vista que a aposentaria do ex-ministro Marco Aurélio Mello irá completar dois meses.
Eduardo Girão lembrou que ele próprio entregou no Senado um pedido de impeachment do ministro do STF com três milhões de assinaturas.
Para Acrísio, a visita de Lula "demonstrou como se faz política de forma democrática e republicana, dialogando com movimentos sociais e adversários políticos, tão diferente da agenda bolsonarista – defendida por Girão na CPI da COVID".
O senador disse que Camilo estava "fazendo sala para político envolvido em corrupção".
Para ele, não é porque a polarização nacional tomou conta da política que o Senado deve deixar de cumprir sua função constitucional de frear condutas incompatíveis com o cargo no Poder Judiciário.
Para o senador cearense, não se deveria votar a matéria num momento de polarização existente no país e de discussão de outros tantos assuntos pelo Senado.