Alexandre de Moraes recebe balanço sobre intervenção na segurança do DF
O documento foi entregue por Ricardo Cappelli, interventor nomeado pelo Governo Federal. A íntegra do relatório será entregue ao ministro na quarta-feira (25).
O documento foi entregue por Ricardo Cappelli, interventor nomeado pelo Governo Federal. A íntegra do relatório será entregue ao ministro na quarta-feira (25).
O ex-ministro declarou que “tentou acalmar” o momento delicado entre os Poderes durante o período em que comandou o Ministério da Justiça e Segurança Pública, inclusive visitando ministros do STF.
O anúncio foi feito hoje (16) pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), a governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, e o interventor federal na segurança da capital, Ricardo Cappelli.
Moraes indicou aparente conivência de Ibaneis Rocha, cujo governo era responsável por garantir a segurança dos prédios públicos de Brasília, mas que não montou esquema de segurança especial, mesmo tendo conhecimento de que atos violentos estariam sendo planejados.
A intervenção será comandada pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, subordinado diretamente à Presidência da República.
O pedido foi feito hoje (13), no Twitter, em função do que a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal classificou como “atos de vandalismo” registrados ontem (12) à noite, na região central de Brasília.
A norma permite que as entidades representem seus associados perante a Justiça e outros organismos em assuntos de interesse comum. Essas associações já existem, como a Confederação Nacional de Municípios (CNM); mas, por falta de previsão legal, tinham dificuldades de representar seus confederados.
Decisão tomada considerando o decreto nº 43.072, de 10 de março, do GDF.
ABJD pede que o MPF investigue o uso de informações e decisões da "lava jato" em benefício pessoal do próprio pré-candidato a presidente.
Juíza Gláucia Salsarella Pereira Foley, do Juizado Especial Criminal de Taguatinga (DF), não deixou de registrar quão descabida era a representação.