Jornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara
ABI decide acionar Justiça e organismos internacionais após ação da Polícia Legislativa.
ABI decide acionar Justiça e organismos internacionais após ação da Polícia Legislativa.
Estudo aponta censura e perseguição política como principais formas de violência enfrentadas por professores em todo o país.
Os membros da Corte também acrescentaram na decisão que a responsabilização de jornalistas e veículos de imprensa deve ocorrer somente em caso de dolo ou culpa grave, ou seja, por negligência profissional, com a intenção de prejudicar a pessoa citada em uma reportagem.
O senador do NOVO mencionou o caso do jornalista Edison Silva e do Portal Custo Ceará, que sofreram uma interpelação judicial, movida pelo governo estadual, por publicarem informações do Diário Oficial do estado. O parlamentar ressaltou que várias instituições, como o Sindicato dos Jornalistas, a Associação Cearense de Imprensa e a Federação Nacional dos Jornalistas, repudiaram as ações de intimidação do governo.
Marcos Rogério fez um apelo para que o Senado se dedique a debater a situação, "olhar para o tema com a cautela que exige e com a dimensão que tem". Ele defendeu a liberdade de expressão como direito fundamental, mesmo quando envolve opiniões controversas ou ofensivas
A ação questiona falas do jornalista durante a campanha de 2022, quando ele acusou o TSE de censura contra a emissora, atacou pessoalmente seus membros e associou o então candidato Lula a uma facção criminosa do Rio de Janeiro.
O ministro Luiz Edson Fachin, presidente do TSE, informou que vai colocar o caso em pauta no Plenário imediatamente, assim que o relator liberar o recurso.
Ministério da Justiça determinou a imediata suspensão da “disponibilização, exibição e oferta do filme” no Brasil.
Para o senador cearense, as censuras impostas pelas redes sociais e apoiadas por membros do STF e TSE são medidas autoritárias que prejudicam principalmente jornalistas conservadores.
Em vigor desde o último dia 17 de julho, a nova lei portuguesa é considerada controversa e tem gerado debates sobre a possibilidade de o Estado praticar censura a veículos de comunicação, pois um de seus dispositivos prevê que um órgão da Administração poderá analisar queixas contra conteúdos que difundam "narrativa considerada desinformação".