Canais misóginos no Youtube somam mais de 130 mil vídeos
Levantamento aponta que canais com conteúdo misógino seguem ativos, ganham seguidores e acumulam milhões.
Levantamento aponta que canais com conteúdo misógino seguem ativos, ganham seguidores e acumulam milhões.
O favorecimento a conteúdos bolsonaristas foi revelado por uma pesquisa publicada pela NetLab, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sobretudo aqueles produzidos pela Rede Jovem Pan de Comunicação.
Os usuários do YouTube possuem a liberdade de contratar ou não e, dessa forma, se sujeitar às regras contratuais previamente informadas.
A medida busca evitar a disseminação de informações inverídicas na plataforma digital de compartilhamento de vídeos sobre a lisura do processo eleitoral.
Participarão representantes do Google, do WhatsApp, do Facebook, do Instagram, do YouTube, do Twitter, do TikTok, do Linkedin e do mais novo parceiro, o Kwai.
"Por imperativo constitucional, os julgamentos devem ser públicos e, na modalidade virtual, deve haver transmissão em tempo real", ressaltou o ministro.
A audiência pública, que contou com participação de oito vereadores bolsonaristas, além de médicos e advogados, se transformou em um evento contra a aplicação das vacinas.
Participaram da reunião representantes do YouTube, Twitch.TV, Twitter, Instagram e Facebook.