Nunes Marques toma posse na presidência do TSE e vai comandar eleições
Marques assume presidência do TSE no lugar de Cármen Lúcia; cerimônia terá coquetel restrito.
Marques assume presidência do TSE no lugar de Cármen Lúcia; cerimônia terá coquetel restrito.
Sob o comando de Nunes Marques, o Tribunal conduzirá as Eleições Gerais de 2026, em um cenário que demandará intensa atuação institucional voltada à organização do pleito, ao fortalecimento da segurança das urnas eletrônicas e ao enfrentamento contínuo da desinformação que circula no ambiente digital.
A sucessão no TSE abre caminho para uma nova fase: o ministro Nunes Marques assume a Presidência da Corte, tendo André Mendonça como vice-presidente. No discurso de saudação, o ministro Nunes Marques destacou o "cumprimento exemplar dos deveres legais" por parte de sua antecessora e ressaltou o fato histórico de Cármen Lúcia ter ocupado a Presidência do TSE em duas ocasiões distintas, sendo a primeira de abril de 2012 a novembro de 2013.
Cármen Lúcia destaca segurança das urnas eletrônicas e afirma que o sistema eliminou fraudes e o riscos.
Desenvolvida pela Justiça Eleitoral e utilizada pela primeira vez em 1996, a urna eletrônica reduziu riscos de fraude e ampliou a segurança e a confiabilidade das eleições brasileiras, consolidando-se como símbolo do sistema democrático.
Comentários de apresentador contra projeto de lei são considerados ofensivos e com viés de gênero.
A eleição ocorreu no plenário do TSE, na urna eletrônica, entre os membros do Tribunal. Antes do início da votação, um servidor designado como mesário imprimiu a zerésima, comprovando que não havia nenhum voto na urna. Em seguida, os sete ministros escolheram entre os números 10, para Nunes Marques, e 20, para André Mendonça.
TSE antecipa eleição simbólica que confirmará Nunes Marques e André Mendonça na presidência.
TSE discute validade de votos em casos de fraude à cota de gênero.
“A vida com a democracia se faz todo dia, não me canso de repetir. Nós temos que fazer a democracia acontecer todo dia, e esta é uma construção nossa, uma construção humana. Nesses tempos de desinformação e de transformação cultural em que nós vivemos, é preciso que a gente se empenhe em fazer para termos uma sociedade democrática e, como consequência, um Estado Democrático”, disse a ministra, que proferiu a conferência magna do encontro.