Com renúncia de Evandro, Fernando Santana assume presidência da Alece até 31/01
Durante reunião da Mesa Diretora foram empossados os suplentes Bruno Pedrosa (PDT) e Heitor Férrer (União Brasil).
Durante reunião da Mesa Diretora foram empossados os suplentes Bruno Pedrosa (PDT) e Heitor Férrer (União Brasil).
Para o Senado as desistências são de Paulo Anacé, do PSOL, que vai disputar vaga de deputado federal, e Enfermeira Ana Paula, que também deve concorrer a uma das 22 cadeiras do Ceará na Câmara. O nome de Amarílio Macedo, do PSDB, ainda aparece aguardando julgamento, mas a campanha de Roberto Cláudio já optou por apoiar Érika Amorim.
Além de Érika, nos últimos dias, outros parlamentares anunciaram que não vão disputar reeleição. É o caso, por exemplo, do deputado federal Pedro Bezerra, do PDT, que desistiu da disputa e vai apoiar o nome do pai, Arnon Bezerra (PDT). A deputada Aderlânia Noronha (SD) e o deputado federal Genecias Noronha (PL) também não vão concorrer a um novo mandato. Os três tiveram seus mandatos cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Ceará.
Quem pretende entrar na disputa por uma vaga no Legislativo este ano precisa se desincompatibilizar do cargo público até seis meses antes do primeiro turno da eleição, que será em 2 de outubro.
Neste sábado, 2 de abril, a partir do seu primeiro minuto, oficialmente o Ceará já estará sendo governado por Izolda Cela.
2 de Abril (6 meses antes das eleições) - Data até a qual o presidente da República, as governadoras ou os governadores de Estado e do Distrito Federal e as prefeitas e os prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos, caso pretendam concorrer a outros cargos (Constituição Federal, art. 14, § 6º e Res-TSE nº 23.609, art. 13).
A posse de Izolda Cela (PDT) como governadora ocorrerá neste sábado (02/3) em evento no Palácio da Abolição.
Alegando motivos de saúde, o ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral, jurista Carlos Mário Velloso Filho, renunciou ao cargo que ocupava na Corte.
A renúncia precisa acontecer "até seis meses antes do pleito", e o dia da votação, neste ano, é em 2 de outubro.
Tomara que uma das razões para a decisão do general de deixar a diretoria-geral do TSE não tenha relação com a posição firme que os ministros Edson Fachim e Alexandre de Moraes prometem adotar para que de fato limpa seja a disputa eleitoral deste ano.