Dirigentes do PDT contestam no Supremo os vetos do presidente Bolsonaro à Lei do uso obrigatório de máscaras
O partido pede a concessão de medida liminar até o julgamento final da ação.
O partido pede a concessão de medida liminar até o julgamento final da ação.
As publicações de Samuel Dias em suas redes sociais, até antes de ser apontado como um dos possíveis nomes que podem substituir o prefeito Roberto Cláudio, tinham o tom pessoal, com fotos e vídeos de sua família. A última, antes de seu retorno às postagens, é do dia 3 de dezembro do ano passado, quando comemora a admissão do filho no Colégio Militar de Fortaleza.
O prefeito Roberto Cláudio, na condição de dirigente partidário, deve participar cada vez mais do processo pré-eleições, a partir do próximo mês. Por enquanto, a dedicação dele, como gestor público, está concentrada no combate aos efeitos do coronavírus.
Como membro da executiva municipal, o parlamentar defende que o nome da legenda seja apresentado o quanto antes para a disputa, visto que alguns pré-candidatos de oposição são conhecidos do eleitorado.
Segundo Roberto Cláudio, afirmaram integrantes do encontro, de acordo com pesquisas internas, o governador Camilo Santana está com quase 80% de avaliação positiva com relação às ações contra a pandemia de coronavírus, enquanto ele, Roberto Cláudio, se encontra com 74%. Já o presidente da República, Jair Bolsonaro, é avaliado com menos de 20%.
O PDT entrou com Mandado de Segurança para impedir a posse de Alexandre Ramagem no Ministério da Justiça e Segurança Pública, o que também foi acatado pelo STF.
O PDT e o PSB entraram com ações no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a portaria publicada por Abraham Weintraub, pouco antes de deixar o Ministério da Educação, que revogava as cotas para negros e indígenas na pós-graduação.
Na decisão, o ministro Luiz Fux determinou que a medida liminar seja submetida a referendo do Plenário.
PDT pede para suspender liminarmente a eficácia do parágrafo 1º do artigo 15 da LC 97/1999, para estabelecer que, nos casos de intervenção, estado de defesa e estado de sítio, cabe apenas aos presidentes da República, do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e do STF a iniciativa para o emprego das Forças Armadas.
O grupo político do PT ligado à Luizianne Lins, que ainda é majoritário em Fortaleza, por outro lado, discorda dessa tentativa de aliança e tende a trabalhar internamente para evitar tal aproximação entre petistas e pedetistas.