Dono da Precisa irrita senadores da CPI da Covid, mas admite conhecer o líder do governo, Ricardo Barros
A frase recorrente do empresário Francisco Maximiano foi: "Vou exercer o direito ao silêncio".
A frase recorrente do empresário Francisco Maximiano foi: "Vou exercer o direito ao silêncio".
Um dos próximos a ser ouvido pela CPI da Pandemia é George da Silva Divério. Munido de habeas corpus concedido pelo ministro Dias Toffoli, ele esclarecerá a ocorrência de eventual recebimento de vantagens indevidas decorrente de contratações fraudulentas efetuadas nos hospitais federais do Rio de Janeiro.
Operação Anteros apurou existência de organização criminosa cujo objetivo é a extorsão, por meio de conversação por redes sociais e da utilização de perfis falsos, e a prática de lavagem de dinheiro.
Do total, foram 67 concessões (27,24%) e 179 denegações (72,76%).
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, indeferiu o habeas corpus. DJ Ivis foi preso no último dia 14 em Fortaleza com base na Lei Maria da Penha, após a divulgação de imagens nas quais ele aparece agredindo a ex-esposa, Pamella Holanda.
Em todos os processos, Fux advertiu que qualquer abuso no exercício do direito constitucional da não autoincriminação poderá ser repelido pelas autoridades da CPI.
A Polícia Federal teria aberto uma investigação para servir de base à concessão de Habeas Corpus ao dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano.
Para o presidente da CPI, Wilson Lima perde uma oportunidade não somente como homem público, mas também como pessoa.
A relatora do pedido de Habeas Corpus é a ministra Rosa Weber.
''Prestar declarações perante a CPI da Pandemia afronta as cláusulas pétreas da forma federativa do Estado e da separação de poderes, consubstanciando, ademais, violação de princípios constitucionais sensíveis relacionados à regra de não intervenção federal nos estados'', argumentou a defesa de Wilson Lima.