Servidores de Fortaleza pressionam vereadores para votar contra Reforma da Previdência
As entidades decidiram não aceitar participar de qualquer reunião antes de terem em mãos a proposta completa da prefeitura.
As entidades decidiram não aceitar participar de qualquer reunião antes de terem em mãos a proposta completa da prefeitura.
O texto original, por exemplo, tratava sobre revogação de incisos, e este versa sobre alterações. No entanto, conforme informaram ao Blog do Edison Silva, as revogações se darão em outro momento, através do projeto de Lei Complementar que modificará a previdência dos servidores do Município de Fortaleza.
A matéria foi apresentada aos servidores municipais na semana passada, mas não agradou as categorias.
De acordo com representantes da Frente Sindical das Entidades Representativas dos Servidores e Empregados Públicos Municipais de Fortaleza, o Fersep-Fortaleza, o prefeito Sarto não está negociando com os servidores sobre pontos da Reforma da Previdência,
De acordo com a proposta, para efeitos de Lei, entende-se por estabelecimentos prestadores de serviços para a prática de atividade física e do exercício físico as academias de ginástica, os estúdios de musculação, de esporte, artes marciais e congêneres, de pequeno, médio e grande porte, públicos e privados.
De acordo com a matéria, a assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar será prestada de forma articulada, conforme a legislação vigente, incluindo o ressarcimento aos cofres municipais, que deverá ocorrer quando o recurso do SUS for transferido e recolhido pelo Fundo Nacional de Saúde ao Fundo Municipal de Saúde.
Apesar de lamentarem os problemas que alguns setores vão enfrentar a maioria dos parlamentares destacou a necessidade de isolamento social para se evitar uma contaminação maior nos municípios cearenses.
O imbróglio, porém, se deu porque vereadores trocaram de comissões sem aviso oficial à Casa. Na sessão plenária de quarta-feira (17), Priscila Costa chegou a contestar a ação de Antônio Henrique, mas o chefe do Poder Legislativo indeferiu pedido da parlamentar.
A vereadora Priscila usou a tribuna e solicitou à presidência da Câmara, também por meio de ofício, a revogação do ato de anulação de sua eleição. No entanto, o presidente da Mesa Diretora, Antônio Henrique, que estava presente à sessão ordinária, não acatou a argumentação da parlamentar.
Em outro ponto da cidade, representantes dos sindicatos se reuniram para planejar as formas mais seguras de se manifestarem durante sessão ordinária desta quarta-feira, na Câmara Municipal, sem exposição ao risco sanitário.